Dhebora Fonseca – Norman Reedus Brasil http://normanreedusbrasil.com NORMAN REEDUS BRASIL - Sua maior e melhor fonte sobre o ator, diretor, produtor, modelo e fotógrafo Norman Reedus. Clique e confira! Tue, 19 Sep 2017 18:11:21 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.8.2 Cnet | A entrevista completa de Norman Reedus para a edição de outono da revista http://normanreedusbrasil.com/entrevista-norman-reedus-cnet/ http://normanreedusbrasil.com/entrevista-norman-reedus-cnet/#respond Wed, 23 Aug 2017 21:37:37 +0000 http://normanreedusbrasil.com/?p=2194 Quando leu pela primeira vez o roteiro de The Walking Dead, Norman Reedus não via a história como uma série de TV baseada numa história em quadrinhos sobre sumbis. Ao invés disso, ele enxergou a sincera história do xerife Rick Grimes (interpretado por Andrew Lincoln), que acorda de um coma e descobre que o mundo […]

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Quando leu pela primeira vez o roteiro de The Walking Dead, Norman Reedus não via a história como uma série de TV baseada numa história em quadrinhos sobre sumbis. Ao invés disso, ele enxergou a sincera história do xerife Rick Grimes (interpretado por Andrew Lincoln), que acorda de um coma e descobre que o mundo foi tomado por zumbis.

“Eu li [o roteiro] apenas como [a história] de um homem que perdeu sua família”, diz Reedus em meio às filmagens da oitava temporada da série da AMC, que vai ao ar no final de outubro. “Essa tragédia aconteceu e ele estava apenas tentando encontrar sua família. ”

Essa acabou se tornando uma ótima descrição de Daryl Dixon, um personagem que foi escrito para Reedus. Introduzido na história como o irmão mais novo de Merle Dixon, um caçador racista, Daryl começou com um motociclista revoltado, carregando sua crossbow e sendo um matador destemido.

No entanto, com o tempo, Daryl foi mudando de forasteiro para um confiável “vice-líder” do grupo. Agora, o personagem considera os sobreviventes como sua família. “Ele tinha uma insegurança, como se não estivesse confortável sendo ele mesmo”, diz Reedus sobre seu personagem. Hoje em dia, Daryl Dixon é um personagem respeitável.

O ator, que começou sua carreira com vários grandes filmes, assim como séries de televisão e clipes musicais, antes de se juntar ao elenco da série em 2010, não entrega nenhum spoiler sobre a nova temporada. Entretanto, Reedus diz que os fãs de carteirinha irão sentir que os novos episódios estão mais parecidos com os primeiros da série.

Reedus conversou com Connie Guglielmo, editor chefe da CNET News, sobre o porquê de preferir motos a cavalos, como seria, para ele, a cena final perfeita de Daryl, e quem o ator gostaria de receber em sua série “Ride With Norman Reedus.” Abaixo, você confere a entrevista.

CNET: Corre um boato de que você convenceu os roteiristas de TWD a escreverem um papel só para você. Porque você queria fazer parte de uma série de zumbis?

Norman Reedus: Eu li [o roteiro] e nem ao menos li a palavra “zumbis. ” Eu via apenas um cara que perdeu sua família e estava tentando encontrá-la. O primeiro episódio da série é meu favorito. Foi tão diferente e era algo que eu assistiria.

Me pareceu uma história tão sincera, desde o começo. E depois foi tipo “É uma série de zumbis”, e eu dizia “Sim, há zumbis nela. ” Mas eu nunca estive muito conectado a esse fato.

Acho que é justo dizer que Daryl é um dos personagens mais populares da série. Como você descreveria sua jornada?

Quando o vemos pela primeira vez, ele é um cara muito revoltado. Ele poderia muito bem ter se tornado alguém igual ao seu irmão, mas encontrou um sentido para si mesmo por meio dessas pessoas com quem ele nunca teria estado [se não fosse pela circunstância apocalíptica].

Agora, o grupo é parte dele. Quero dizer, no começo, ele era tipo “Não olhem pra mim, não olhem pra mim. ” Ele tinha uma insegurança, como se não estivesse confortável sendo ele mesmo. Havia vários momentos nos roteiros aonde ele era racista e usava drogas, como seu irmão fazia.

Eu lutei para mudar isso porque senti que ele poderia ser algo melhor do que um usuário de drogas racista. Ele deveria crescer com isso, amadurecer, por se sentir desconfortável sendo quem era. Isso o permitiu evoluir para uma pessoa respeitável. Hoje, Daryl fala com as pessoas olho no olho, confiante de tudo o que diz. Ele é direto, muito honesto e é uma pessoa com quem você pode contar.

Ele se tornou um líder e braço direito de Rick, que se tornou o irmão que Merle nunca foi. Essa estranha circunstância foi o que tornou Daryl uma pessoa melhor.

Qual o motivo das pessoas gostarem tanto de Daryl?

Ele é verdadeiro e honesto a respeito de seus sentimentos. Ele não vai te enganar.

O quão parecido com Daryl você é?

Eu penso no Daryl o tempo todo. Todo mundo me chama de Daryl – ninguém nem sabe mais meu verdadeiro nome. Há muito dele em mim e muito de mim nele.

A parte boa de estar em uma série de TV há oito anos é que você planta essas sementes e elas se tornam árvores e florestas. Você cria uma enorme história, e assim, o tempo trabalha a seu favor.

O que podemos esperar da nova temporada?

Ela [a temporada] está muito semelhante ao que a série era no começo. Eu não amei a temporada passada, filmá-la e tudo mais. Eu não vi ninguém [durante as filmagens], eu chorava o tempo todo, estava pelado e comendo comida de cachorro. Simplesmente não foi divertido. Essa [nova] temporada se parece muito mais com a nossa série!

Não vou te perguntar se Daryl vai morrer, mas se você pudesse escrever a cena da morte do seu personagem, seria uma cena mais forte ou mais quieta?

Eu vejo um pôr-do-sol. Eu caminharia até o topo de uma montanha, e aí um lobo filhote começaria a me seguir. As pessoas ficariam se perguntando “O que aconteceu com aquele cara? ”

As pessoas te descrevem como um badass, perturbado e discretamente hostil. Como você descreveria a si mesmo?

Eu gosto de “discretamente hostil. ” Não sei quem disse isso, mas me parece muito legal. [Risos]

Você escolhe papéis que refletem o momento que você está vivendo?

Eu me lembro do meu primeiro trabalho. O pai do meu personagem estava morrendo, numa cadeira de rodas e aí ele se levantou, e me deu um abraço. Foi bem forte. Eu o chamava de pai e tivemos várias conversas, e aí fizemos a cena. Eu chorei tanto que tinha ranho para todo o lado, foi nojento.

Eu não aceito papéis apenas pelo momento que estou vivendo, mas definitivamente me ajuda se eu puder relacionar meu personagem com minha vida real, sabe?

É verdade que você pediu para ter um cachorro em TWD e eles te deram uma crossbow ao invés disso?

Não, não é verdade. A crossbow sempre esteve lá. Mas isso [os boatos] é o que acontece na internet, vira um telefone sem fio.

A moto sempre foi parte do persongem?

No começo, havia uma cena aonde eu precisaria montar num cavalo. Eu morro de medo de cavalos e então, quando estávamos prestes a filmar, eu disse “Bem, de quem é aquela moto ali? “ E eles disseram, “É do seu irmão. “, e eu disse, “Se ele pode andar de moto, eu provavelmente também posso. “ Aí então eles me deixaram usar a moto no último minuto, porque eu estava surtando por conta do cavalo.

O que você tem contra cavalos?

Eles têm olhos gigantes e podem sentir o cheiro do seu medo.

Você tem uma série na AMC chamada “Ride With Norman Reedus” sobre a cultura do motociclismo. Você tem várias motos?

Seis motos.

Alguma favorita?

Eu tenho uma que foi feita por Chris, um amigo que tem uma companhia chamada LA Speed Shop. É uma Harley Davidson FXRP – uma moto policial antiga que ele não usava mais – e ela é muito legal. E outro amigo, Yaniv, dono da Powerplant Motorcycles em Los Angeles, está fazendo uma moto para mim agora. Tenho também a Triumph Tiger, a favorita, pessoalmente, que é a que eu uso na série. Uma moto incrível.

Se você pudesse dirigir com qualquer pessoa, com quem seria?

Eu tentei contato com a Cher em “Ride. “ Seria incrível. Então, acho que seria alguém como a Cher, ou talvez Marianne Faithfull. Nós dois usamos peças de couro com pelinhos dentro, como ela [Faithfull] usou naquele filme “A Garota da Motocicleta. “ Seria divertido.

Você também está em alguns videogames – incluindo o mais recente, “Death Stranding”, feito pelo lendário Hideo Kojima. Como foi trabalhar com ele?

Foi incrível. Ele é um gênio! Hideo veio até San Diego para a Comic-Com, e queria me mostrar algumas coisas que tinha no seu iPad. Sentamos num restaurante e ficamos assistindo às coisas que ele criou, e eu estava impressionado. Eu estava tipo, “Qualquer coisa que você quiser fazer, vamos fazer. Não precisa nem ao menos me dizer o que é.“

É surreal. As pessoas fazem exatamente o que ele pedir porque ele é um visionário.

 

Você tem um restaurante na Georgia chamado “Nic & Norman’s”, uma parceria como produtor de TWD, Greg Nicotero. Eu li que você espera que esse seja um lugar aonde as pessoas comam bons hambúrgueres.

Essa é outra história da internet, e está errado. Primeiramente, estávamos planejando que fosse apenas um bar para o elenco e equipe frequentarem – como uma churrascaria, porque todos na Georgia são churrasqueiros profissionais. E, de alguma forma, virou um restaurante. Está indo muito bem, a comida é ótima.

E o seu prato é um hambúrguer de bisão com uma fatia de beterraba?

Sim, tem uma fatia de beterraba no meu hambúrguer. Eu comi em algum lugar e achei muito gostoso. E agora, Greg e eu estamos fazendo uma competição de hambúrgueres e apostas sobre quem vai vender mais hambúrgueres. Estou perdendo feio. Então, se você for ao restaurante, peça o meu hambúrguer, caramba! [Risos]

Você se considera uma pessoa tecnológica?

Eu tenho uns robozinhos que limpam o chão. Tenho uns dois ou três desses. Acho que sou uma pessoa tecnológica. Também tenho câmeras para que eu possa ver o meu gato andar para lá e para cá se eu não estiver em casa.

O que você acha que seu gato vai fazer na sua ausência?

Eu sinto falta dele, então só quero vê-lo. Se eu pudesse ensiná-lo a conversar comigo seria incrível. [Risos]

Se você pudesse inventar uma tecnologia, o que você inventaria?

Nossa, não sei. Onde está nossa mochila a jato? Não deveriam existir mochilas a jato hoje em dia? Claro, onde está minha mochila a jato? Eu voaria por aí com uma dessas.

Fonte: CNet Magazine

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The Walking Dead 7ª Temporada: Norman Reedus fala sobre o reencontro de Daryl e Carol http://normanreedusbrasil.com/the-walking-dead-setima-temporada-norman-reedus-fala-sobre-o-reencontro-de-daryl-e-carol/ http://normanreedusbrasil.com/the-walking-dead-setima-temporada-norman-reedus-fala-sobre-o-reencontro-de-daryl-e-carol/#respond Tue, 21 Feb 2017 23:40:43 +0000 http://normanreedusbrasil.com/?p=2034 Atenção, este post pode conter spoilers do episódio 10 da Sétima Temporada de The Walking Dead, “New Best Friend”. Você foi avisado! Além de Rick Grimes [Andrew Lincoln] e os Alexandrinos em busca de um novo grupo para se aliar na luta contra Negan, o episódio de The Walking Dead do último Domingo (19/02) nos […]

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Atenção, este post pode conter spoilers do episódio 10 da Sétima Temporada de The Walking Dead, “New Best Friend”. Você foi avisado!

Além de Rick Grimes [Andrew Lincoln] e os Alexandrinos em busca de um novo grupo para se aliar na luta contra Negan, o episódio de The Walking Dead do último Domingo (19/02) nos deu um marco histórico: Como o próprio Norman Reedus colocou, “depois de 85 anos”, Daryl, seu personagem na série, e Carol [Melissa McBride] finalmente se reencontraram. Reedus conversou com a Variety para discutir o episódio.

VARIETY: Como você mesmo colocou, parece que fazia décadas desde que Daryl e Carol estiveram em cena juntos, mesmo que tenha sido apenas uns doze episódios. Como foi o primeiro dia juntos de vocês, depois de tanto tempo?

NORMAN REEDUS: Eu me lembro de estar lendo o roteiro e ficar tipo “Isso! Finalmente!” Durante toda essa temporada, eu estive separado de todo mundo, e finalmente eu estou podendo estar com o grupo novamente. Alguns dos atores eu estive junto por mais tempo, e eu confio plenamente neles e nós temos uma harmonia, nós sabemos que [quando gravarmos juntos] vai ser bom, e Melissa é uma dessas pessoas. Podemos apenas atirar pedras nas janelas, e ainda assim será incrível. Foi como duas crianças no primeiro dia de aula.

Eu nem sei se aquele abraço estava no roteiro. No primeiro ensaio daquela cena, todos estavam chorando. Todo mundo no set estava esperando que aquilo acontecesse. E nós também, assim como todos os envolvidos com a série estavam. Todos estavam tipo “Porra, finalmente!”

Por que exatamente Daryl decidiu não contar à Carol sobre as mortes de Glenn e Abraham?

Daryl enxerga o quão longe Carol foi para preservar algo em sua própria vida. Se você se perde cem porcento, qual o motivo de qualquer coisa? Nós vimos ela ir embora e depois voltar, matar e depois não matar. Ele vê ela passar por tudo aquilo, e foi um ato muito altruísta dizer à ela que tudo está bem. Ela significa mais para ele do que qualquer outra coisa. Ele está protegendo ela por dentro e por fora.

É louco porque eu, Norman, e Melissa, somos muito próximos. Nós nos conhecemos muito bem. Fazer cenas como aquela, não conseguimos evitar e tudo se torna pessoal. A primeira vez que fizemos a cena, começamos a chorar. Andy [Lincoln] e eu também temos isso. Nós nos vemos passar por esse tipo de coisa por sete anos. São laços reais [que temos um com o outro]. Ela [Melissa] e eu temos uma conexão real. Steven [Yeun] e eu também tínhamos.

Conte-nos um pouco sobre como Daryl está lidando com o trauma das coisas pelas quais ele teve de passar. Como alguém como ele lida com essas coisas?

A maneira como Daryl lida com isso é enterrando isso dentro de si mesmo e rangendo seus dentes. Ele não lida com seus sentimentos até que ele entre em contato com alguém com quem ele se importa. Carol é uma dessas pessoas. É interessante assistir alguém tentar não chorar, Daryl faz isso o tempo todo. Ele sempre teve de ser durão. Precisou esconder isso [os sentimentos]. Entretanto, quando ele encontra certas pessoas, isso começa a transbordar, como uma enchente. Melissa é uma das pessoas que faz isso comigo, na verdade.

Daryl não está permanentemente de volta ao grupo?

Ele está sempre se escondendo, nesse momento. Ele não pode ir para Alexandria porque eles [os Salvadores] matariam todos. Negan meio que queria adotar Daryl, mantê-lo, então agora, ele vai destruir tudo tentando encontrá-lo. Agora o grupo está junto outra vez, mas eu ainda não posso chegar e dizer “Hey, eu estou aqui”. Mas vocês verão.

Aliás, você teve um momento muito legal com Shiva, a tigresa. [Naquela cena] Você atuou sozinho?

Às vezes é o cara dos efeitos especiais segurando uma cabeça de tigre e mexendo-a de um lado para o outro – ele até ruge um pouquinho! Desde que eu li que haveria um tigre, eu estava louco por uma cena com ele. Tipo “Vocês não quiseram me dar um cachorro, então me deixem ter uma cena com o tigre!” Foi incrível.

Fonte: Variety

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The Walking Dead: Norman Reedus diz que odiou filmar a primeira parte da 7ª Temporada http://normanreedusbrasil.com/the-walking-dead-norman-reedus-diz-que-odiou-filmar-primeira-parte-da-setima-temporada/ http://normanreedusbrasil.com/the-walking-dead-norman-reedus-diz-que-odiou-filmar-primeira-parte-da-setima-temporada/#respond Thu, 02 Feb 2017 22:16:37 +0000 http://normanreedusbrasil.com/?p=2029 Norman Reedus não foi a pessoa mais feliz do mundo durante as filmagens da Sétima Temporada de The Walking Dead. Mas tudo bem, porque na verdade, não era mesmo para ele ficar feliz. Conversamos com Reedus sobre algumas reclamações dos fãs em relação aos primeiros oito episódios, e ele também pontuou coisas que não o […]

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Norman Reedus não foi a pessoa mais feliz do mundo durante as filmagens da Sétima Temporada de The Walking Dead. Mas tudo bem, porque na verdade, não era mesmo para ele ficar feliz. Conversamos com Reedus sobre algumas reclamações dos fãs em relação aos primeiros oito episódios, e ele também pontuou coisas que não o agradaram por completo, revelando até que levou suas reclamações diretamente ao showrunner da série, Scott M. Gimple.

Parece que ficar preso numa cela, pelado e sozinho, não é divertido, e Reedus fez questão de que seu chefe ficasse a par disso. Como resposta, o ator ouviu que aquilo era o necessário para que a história fosse contada e, com base nisso, aceitou fazê-lo. Reedus explicou o porque de filmar o desvio da história ter sido tudo, menos fácil, e o porque de estar feliz por estar “de volta ao ritmo normal”.

ENTERTAINMENT WEEKLY: Obviamente, uma das grandes diferenças entre a primeira e a segunda parte da temporada é o fato de que vocês estão todos reunidos novamente. Como foi ter o grupo junto outra vez, já que estavam todos separados há um bom tempo?

Norman Reedus: Oh meu Deus, foi muito bom! Sabe, eu só sinto que a série é a série quando o grupo está trabalhando junto, e a primeira parte da temporada foi muito difícil pra todos nós de ser filmada. Foi horrível. Estávamos todos separados, e nós tínhamos acabado de perder alguns membros [do elenco]. Sentimos falta do sentimento de quando tudo começou. Quero dizer, eu sei que a série envolve todas essas coisas, mas cara, essa primeira parte da temporada foi péssima, então eu estou animado por estarmos todos juntos novamente. E sei que todos também estão.

Andrew Lincoln disse a mesma coisa. E disse também que nessa segunda metade da temporada, o sentimento é semelhante ao de antigamente, na série.

Sim, é mesmo! É isso que gostamos de fazer, é o que sentimos falta. Então, foi bem legal ter todos de volta novamente, com certeza.

Existem alguns comentários dos telespectadores por aí, e algumas reclamações sobre o clima da primeira parte da temporada. O que você acha disso?

Eu estava dizendo isso sobre essa primeira parte. Eu acho que parte dos comentários dos quais você está falando vieram de mim. Mas eu sei, é verdade: Você não pode deixar todos satisfeitos com tudo. Mas nós tentamos, e precisamos manter a história seguindo o tempo inteiro ou acabamos contando a mesma história de novo e de novo. Os novos membros do elenco estavam tipo “Cara, eu sinto falta do grupo antigo”, e eles estavam interpretando novos personagens nessa temporada. Então, eu sei que todo mundo sentiu isso, mas quando as pessoas acham que vamos para um lado, nós vamos para o outro. É dessa maneira que mantemos todos de pé. Mas eu estou feliz por estarmos de volta ao ritmo normal, sabe?

Todos vocês tem um histórico de fazerem um episódio aqui, outro ali, que nos apresenta a um novo grupo ou comunidade, mas nós nunca vimos tanto disso consecutivamente como estamos vendo nesse momento da série. A única vez em que todos vocês ficaram separados dessa maneira por tanto tempo foi na segunda metade da quarta temporada. Você acha que o público sentiu falta de ver todos vocês juntos?

Claro! Quero dizer, eu entendo que às vezes, um personagem precisa passar por certas coisas, e ele é separado do resto do grupo, mas [dessa vez] eu não pude ver ninguém. Eu estava num papel somente meu, despido. Aquilo não parecia certo, para mim. Eu conversava com [Scott] Gimple e dizia “Cara, isso é uma merda. Eu odeio isso.”, e ele dizia “Esse é o objetivo”. Aí eu entendi! Sabe o que eu quero dizer, né? Ele estava certo. Aquilo tudo era mesmo para ser horrível, e foi – para mim, pelo menos. Mas sabe, tudo isso só fez estar de volta com todos eles ser mais especial ainda.

Fonte: Entertainment Weekly

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Hideo Kojima revela parceria com Norman Reedus e funcionários da Konami Games para o jogo “Death Stranding” http://normanreedusbrasil.com/hideo-kojima-revela-parceria-com-norman-reedus-e-funcionarios-da-konami-games-para-o-desenvolvimento-do-jogo-death-stranding/ http://normanreedusbrasil.com/hideo-kojima-revela-parceria-com-norman-reedus-e-funcionarios-da-konami-games-para-o-desenvolvimento-do-jogo-death-stranding/#respond Tue, 17 Jan 2017 15:41:59 +0000 http://normanreedusbrasil.com/?p=2015 Os detalhes sobre o vídeo-game ainda são muito poucos. Apesar de os dois trailers lançados terem introduzido alguns novos personagens, Hideo Kojima manteve silêncio sobre os detalhes sórdidos de seu projeto. Kojima revelou sua relação com Norman Reedus enquanto os dois trabalhavam em sua nova criação, o jogo Death Stranding, onde Reedus tem o papel […]

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Os detalhes sobre o vídeo-game ainda são muito poucos. Apesar de os dois trailers lançados terem introduzido alguns novos personagens, Hideo Kojima manteve silêncio sobre os detalhes sórdidos de seu projeto. Kojima revelou sua relação com Norman Reedus enquanto os dois trabalhavam em sua nova criação, o jogo Death Stranding, onde Reedus tem o papel principal. Enquanto isso, o criador do vídeo-game escalava mais funcionários da Konami para trabalharem com ele.

Norman Reedus e Hideo Kojima, criador do jogo Death Stranding.

No entanto, sua atual parceria com Reedus ainda não teve muitas informações reveladas. Os fãs estão cientes de que os dois aparentemente começaram esse engajamento durante seus dias de trabalho na Konami Games, antiga empresa de trabalho de Kojima. Na época, o trabalho estava totalmente focado no muito aguardado Silent Hills, que foi cancelado.

Na imagem, uma captura do gráfico de Norman Reedus no jogo Silent Hills, que foi cancelado.

Agora, parece que a relação profissional dos dois se tornou uma grande amizade. Desde que a Konami finalizou seu último projeto, Reedus apoiou Kojima durante todos os problemas que ele teve com a empresa de games. Naquela época, a Konami afirmou que o autor dos jogos estava “de férias” quando as pessoas começaram a notar sua ausência, quando, na verdade, Kojima estava sendo mantido refém de seu contrato.

Após o fiasco [de Silent Hills], Kojima estabeleceu seu próprio estúdio de jogos, e contatou Reedus para que ele fizesse parte de seu mais novo projeto. Por sua vez, o ator concordou em continuar os trabalhos com Kojima.

Além de Reedus, Kojima também recrutou alguns outros ex-funcionários da Konami para sua equipe de desenvolvimento. Especificamente, contratou os desenvolvedores Masaki Saito e Jackie Tan. A lista também conta com o grande designer de caráter senior, Chihoko Uchiyama, e o artista cinematográfico Yasuhiro Kawakami. Por fim, Kojima entrou em contato com alguns ex-funcionários da Konami, entre eles Akio Sakamoto, que ajudou no desenvolvimento da tecnologia FOX. Seu conhecimento poderia ajudar a tirar maior proveito do mecanismo, já que o ambicioso jogo conta com gráficos extremamente fotorrealistas.

Não é de se estranhar o motivo pelo qual os ex-funcionários da Konami Games deixaram suas posições na empresa. Muitos trabalhadores queixaram-se que a empresa tem mau estado de funcionamento. Muitas vezes eram “agressivamente” rebaixados e mudados para departamentos completamente diferentes.

Enquanto isso, próximos projetos de Kojima ainda não possuem data de lançamento, e o criador ainda deve aos fãs mais detalhes sobre Norman Reedus em seu papel no jogo Death Stranding.

Fonte: Hall Of Fame Magazine

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The Walking Dead 7ª Temporada: Andrew Lincoln fala sobre o grande abraço de Rick e Daryl http://normanreedusbrasil.com/the-walking-dead-setima-temporada-andrew-lincoln-fala-sobre-o-grande-abraco-de-rick-e-daryl/ http://normanreedusbrasil.com/the-walking-dead-setima-temporada-andrew-lincoln-fala-sobre-o-grande-abraco-de-rick-e-daryl/#respond Wed, 14 Dec 2016 23:27:47 +0000 http://normanreedusbrasil.com/?p=1998 Alguns abraços são mais calorosos do que outros. Não precisamos procurar por mais provas de que há um bromance entre Rick (Andrew Lincoln) e Daryl (Norman Reedus) depois de assistirmos ao reencontro dos dois em Hilltop no final da mid-season finale da sétima temporada de The Walking Dead. Daryl havia acabado de escapar das garras de Negan […]

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Alguns abraços são mais calorosos do que outros. Não precisamos procurar por mais provas de que há um bromance entre Rick (Andrew Lincoln) e Daryl (Norman Reedus) depois de assistirmos ao reencontro dos dois em Hilltop no final da mid-season finale da sétima temporada de The Walking Dead. Daryl havia acabado de escapar das garras de Negan no Santuário enquanto Rick estava pronto para lutar novamente, após assistir Aaron (Ross Marquand) ser espancado por um dos Salvadores, Olivia (Ann Mahoney) tomar um tiro bem no meio da cara, e Spencer (Austin Nichols) ter suas tripas arrancadas no meio da rua de Alexandria para quem quisesse ver. O simbolismo do abraço (e da entrega da arma a Rick, que aconteceu em seguida) deixou claro que o grupo está finalmente pronto para “chutar uns traseiros” novamente!

A Entertainment Weekly conversou com Andrew Lincoln para saber um pouco sobre Rick e Daryl – nosso bromance favorito – e porque o abraço que vimos no episódio não foi nada comparado ao que aconteceu entre um take e outro.

ENTERTAINMENT WEEKLY: Mesmo tendo ido ao fundo do poço, agora o grupo está em um momento aonde eles se sentem tipo “Tudo bem, nós aceitamos todo esse desaforo e passamos por coisas horríveis, mas agora é hora de nos reunirmos e lutar”. Foi muito simbólico Daryl lhe entregar em mãos a arma que foi sua desde o início.

Andrew Lincoln: Foi horrível, nessa primeira metade da temporada, ter sido o líder de comandou esse grupo por tanto tempo – eles passaram por momentos turbulentos de provações, mas sempre houve um semblante de esperança em Rick – e ter tudo isso bruscamente tirado dele é devastador, pelo menos para mim, foi. Eu não gostei de filmar no set. Não estava feliz. E acho que a chama de está começando a ser acesa novamente [na mid-season finale] já foi o suficiente para me deixar animado pros próximos oito episódios.

Conte-nos sobre o grande abraço entre Rick e Daryl – nosso bromance – e sobre abraçar Norman Reedus. Daryl e Rick, juntos novamente!

Cara, foi constrangedor. O que vocês viram não foi nada! Vocês deveriam ter visto a gente entre um take e outro. Era interminável! A gente não se desgrudava! Eu comecei a chorar porque estava tão aliviado por ele não estar mais usando aquelas calças de moletom, porque ele fedia nelas e era realmente desagradável. Eu estava muito aliviado de não ter que abraçá-lo com aquele suor terrível.

Fonte: Entertainment Weekly

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The Walking Dead 7ª Temporada: Norman Reedus explica a grande decisão de Daryl http://normanreedusbrasil.com/the-walking-dead-setima-temporada-norman-reedus-explica-grande-decisao-de-daryl/ http://normanreedusbrasil.com/the-walking-dead-setima-temporada-norman-reedus-explica-grande-decisao-de-daryl/#respond Tue, 08 Nov 2016 13:19:58 +0000 http://normanreedusbrasil.com/?p=1977 ALERTA DE SPOILER: Leia apenas se você assistiu ao episódio de The Walking Dead do último domingo, intitulado “The Cell”. “Daryl“. Se algum dia alguém duvidou da força de Daryl Dixon (Norman Reedus), essa dúvida foi esclarecida com essa simples palavra. Tudo que Daryl precisava fazer era jurar sua lealdade dizendo “Eu sou Negan” e, […]

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ALERTA DE SPOILER: Leia apenas se você assistiu ao episódio de The Walking Dead do último domingo, intitulado “The Cell”.

Daryl“. Se algum dia alguém duvidou da força de Daryl Dixon (Norman Reedus), essa dúvida foi esclarecida com essa simples palavra. Tudo que Daryl precisava fazer era jurar sua lealdade dizendo “Eu sou Negan” e, em troca, evitar mais torturas, e ainda se tornar um tenente superior no exército de Negan, recebendo todas as vantagens e benefícios que viriam com isso. Mas quando a hora de escolher seu destino chegou, Daryl se recusou, citando seu próprio nome, pouco antes de ser levado de volta para sua cela.

Foi uma grande confirmação num grande episódio para Daryl. Conversamos com Norman Reedus para saber sua opinião sobre os acontecimentos do episódio em relação a escolha crítica da cena de nudez. Também perguntamos ao ator sobre a queda emocional de Daryl depois de ver aquela horrível foto de Glenn morto, e sobre a relação única com seu torturador, Dwight.

ENTERTAINMENT WEEKLY: A primeira vez que vimos Daryl [no episódio], ele está nu dentro da cela. Eu preciso saber: Você estava com muito frio lá dentro, cara?

NORMAN REEDUS: É, estava bem frio. Não vou mentir. Mas estava mais sujo do que qualquer outra coisa. Foi estranho sentar naquele chão com a bunda pelada. Quero dizer, eu estava totalmente nu, então foi estranho.

Você mencionou a sujeira, e eles amam deixar vocês sujos na série, mas não sei se nós já havíamos visto você tão sujo quanto ali. Eles ficavam sujando você o tempo inteiro?

Addison, um dos caras da maquiagem, ele ficava constantemente me maquiando. Sim, eu acho que esse foi um dos episódios onde eu estive mais sujo na série, se não o mais. Quero dizer, eu estou muito feliz por ter saído de dentro daquelas calças e blusa suadas – aquele uniforme de cadeia que eles me deram ficava pinicando e era horrível. Foi nojento.

Nós vemos Daryl sendo torturado por aquela música constantemente. Eles te mostraram a música no set? Você sabia qual tocaria?

Não, eu ainda não assisti ao episódio. Eu não sei qual música usaram. Eu sei que era uma música originalmente escrita para crianças pequenas, mas eles não conseguiram a autorização. Eu acho que deve ser difícil conseguir uma música dessas para uma cena de tortura.

O episódio inteiro foi uma grande batalha de vontades e é uma grande justaposição entre Daryl e Dwight. E temos aquele momento de troca aonde Daryl diz “Eu nunca vou me ajoelhar”, Dwight diz “É, eu dizia isso também”, e você responde “É, eu sei”. Dwight quer destruir Daryl para justificar sua própria decisão de ajoelhar-se, mas Daryl olha para Dwight e vê alguém que ele nunca quer se tornar?

Acho que você está completamente certo. Existe algo meio “mundo bizarro” acontecendo entre nós dois no episódio. Lembre-se, eles se conheceram antes, e Dwight pareceu ser uma boa pessoa, mas na verdade, ele se mostrou um escravo de Negan que faz o que seu líder mandar. E eu acho que Dwight, voltando àquilo, deseja que pudesse recomeçar do zero, e essa é uma das coisas boas nele que Daryl enxerga, mas isso está por um fio agora. Acho que, no momento, Daryl só quer matar Dwight.

Nós temos aquela cena do final do episódio, aonde Daryl diz a Dwight “Eu entendo porque você fez isso. Porque você aceitou [voltar para o Santuário]. Você estava pensando em outra pessoa. É por isso que eu não posso”. Então, ele compreende o porque de Dwight ter tomado as decisões que tomou, certo?

É claro, e essa é uma coisa nobre de se fazer, mas é a mesma razão pela qual Daryl não pode fazer o que Dwight faz.

Eu amo aquelas duas grandes cenas entre Daryl e Negan porque, da primeira vez, aonde Daryl é pego tentando escapar, ele está bem confiante e nem ao menos recua quando Negan levanta Lucille e ameaça bater nele com ela. Na segunda cena é um pouco diferente, porque vemos Daryl recuar um pouco sempre que Negan balança Lucille pra lá e pra cá, e nós pensamos que talvez Daryl irá se corromper. Então, ele diz “Daryl” e não “Negan”. Você acha que houve um momento aonde ele pensou em aceitar o acordo? O que passava pela cabeça dele naquele momento?

Primeiramente, na primeira cena, mesmo estando preso naquela cela, Daryl sente que merece aquilo. Tipo, qualquer coisa que acontecer com ele, ele merece isso, mas ele não pode dizer que ele é Negan porque isso seria como desistir de toda a esperança que Glenn tinha. Glenn era um cara otimista. Ele era seu amigo. Glenn fez tantas coisas e isso é o último resquício de humanidade que ainda existe dentro de Daryl, salvar sua pele por seu amigo. É mais por Glenn do que por ele próprio, sabe? É a única coisa que lhe resta.

Existe alguma parte de Daryl que deseja que Negan apenas acabe com ele logo? Especificamente aquela primeira vez aonde Negan levanta Lucille e ameaça bater em Daryl, mas ele nem ao menos recua. Existe uma parte nele que está apenas pronto para que tudo acabe?

Não, Daryl é guerreiro. Ele luta até o fim, e dizer seu nome ao invés do nome de Negan, aquilo é o último resquício dele mesmo que ele ainda possui, por ele e por seus amigos. Eu acho que ele pensa que vai morrer naquela hora quando diz que não é Negan. É como assinar um contrato para mais tortura, mas ele está fazendo isso por amor ao seu amigo.
Ele não pode dizer que é Negan. Ele nunca faria isso, ele vai lutar. Porém, assuntos do coração são complicados para Daryl. Eles significam muito mais. Bata em sua cara com o taco, amarre-o, alimente-o com comida de cachorro, qualquer coisa. Ele pode lidar com isso, mas quando se trata dos seus sentimentos, isso é difícil pra ele, e ele está aprendendo, e são essas coisas que lhe dão fé e esperança, por isso ele não pode abrir mão disso, porque é a única coisa que ele ainda tem.

Sobre a cena aonde Dwight cola na cela de Daryl aquela foto, e nós o vemos ter uma grande queda emocional. Como você se colocou naquele lugar para apenas deixar aquilo tudo sair?

Eu acho que parte de mim está sempre balançando no meu próprio eixo todos os dias, para ser sincero, mas eu apenas voltei. Você sente isso. Você fica em posição fetal, e você vai pra esse lugar. Eu acho que antigamente na série, eu colocaria uma música e iria colocar esses sentimentos na minha cabeça. Eu acho que, estando na série há tanto tempo, é como um botão. Você aperta ele, e vai pra esse lugar. Está sempre lá na sua cabeça, e não é difícil chegar lá. É difícil parar. É mais difícil voltar do que ir para esse tipo de lugar na minha cabeça. Não é como um truque ou algo assim. Você sente essas coisas à uma da tarde, e às seis você já não está mais sentindo. Desse jeito, basicamente.

Isso soa como um péssimo dia.

É uma merda. Não estou brincando, não é divertido, mas eu não sou o tipo de ator que consegue se levantar, tomar uma Coca e conversar com as pessoas e apenas voltar. Quero dizer, eu não sou a Meryl Streep. Sabe o que eu quero dizer? Eu tenho que sofrer tudo aquilo e aí então, eu consigo sair. Não sou bom em ligar e desligar emoções. Eu preciso inclusive, agradecer à minha equipe, porque é um set muito confortável, e todo mundo confia tanto uns nos outros por lá, que eles te permitem fazer coisas como essa. Eles não contam piadas na cela. É um set muito sério, e todo mundo quer as melhores cenas para a série. Então, eles te permitem sentir essas coisas, e é quase como um grupo de apoio. Eles são muito respeitosos com todos os atores em set, então eu não acho que seria tão fácil com uma equipe diferente.

Eu sei que vocês já estão se preparando para terminar as filmagens dessa temporada. Obviamente, nós não queremos saber nada em termos do que vocês estão filmando, mas como é ver uma luz no fim de um túnel que, até o momento, estava tão escuro?

Foi uma temporada muito emocionante para todos. Ela é bem diferente. Quero dizer, nós vimos semana passada coisas divertidas, mas ao mesmo tempo, bem sérias, e é uma temporada bem obscura. Esperamos que haja uma luz no fim do túnel. Você precisa ir ao fundo do poço para conseguir se levantar, e eu acho que essa temporada se trata disso.

Fonte: Entertainment Weekly

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The Walking Dead: Norman Reedus compara Negan ao Coringa http://normanreedusbrasil.com/the-walking-dead-norman-reedus-compara-negan-ao-coringa/ http://normanreedusbrasil.com/the-walking-dead-norman-reedus-compara-negan-ao-coringa/#respond Sun, 23 Oct 2016 03:12:55 +0000 http://normanreedusbrasil.com/?p=1940 Como Norman Reedus sabe que Jeffrey Dean Morgan está fazendo um ótimo trabalho em The Walking Dead? Porque “todo mundo quer acabar com ele”, diz Reedus. É claro que isso acontece durante as filmagens, quando Morgan os atormenta como Negan. Quando as câmeras estão desligadas, entretanto, a história é outra. Reedus nos contou como é […]

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Como Norman Reedus sabe que Jeffrey Dean Morgan está fazendo um ótimo trabalho em The Walking Dead? Porque “todo mundo quer acabar com ele”, diz Reedus. É claro que isso acontece durante as filmagens, quando Morgan os atormenta como Negan. Quando as câmeras estão desligadas, entretanto, a história é outra.

Reedus nos contou como é trabalhar com Morgan (ou como era, se Daryl não sobreviver à premiere da sétima temporada no dia 23), e comparou Negan à um outro vilão famoso.

ENTERTAINMENT WEEKLY: A série sempre foi sombria, mas parece que vocês estarão entrando em algo ainda mais profundo, mais sombrio ainda, quando a série retornar.

Norman Reedus: Toda montanha-russa sobe e desce, e não existe uma possibilidade dessa série sido algum dia, uma montanha-russa horizontal. Nós vamos ao topo e depois descemos ao mais baixo possível, e nós estamos definitivamente em um ponto muito baixo agora.

O que você tem visto de Jeffrey Dean Morgan, em termos de sua interpretação como Negan e o que ele tem feito lá fora?

Ele é um babaca [dá risada] mas sabe, eu preciso dizer, Jeffrey está arrebentando – sem trocadilhos. Ele é incrível, super carismático e está curtindo ser esse idiota [Negan] até demais, aliás. Sabe, é uma grande bênção tê-lo na série. Ele renovou as energias na série, e o personagem dele é como o Coringa. Precisa ser bom, e ele está mostrando isso, e todos estão gostando dele, e ele é divertido. Jeffrey é um cara legal e tudo mais, mas no momento, todo mundo quer acabar com ele, mas depois disso, nós vamos nos divertir novamente. Então, ele é um grande adicional à série.

Eu sei que, mesmo na cena da season finale [da sexta temporada], havia muita emoção rolando, com todos dando seu melhor, mesmo não estando em câmera.

Sabe, ele [Jeffrey Dean Morgan] entrou na série e está fazendo todas essas coisas horríveis, mas ele só é tão assustador assim por conta do trabalho que os atores ao seu redor estão fazendo para que ele pareça assim, entende? Ele ficou tão impressionado com nosso elenco que, mesmo por trás das câmeras, eles estavam chorando muito, e estavam dando o máximo de si mesmo que aquilo não fosse gravado. Isso é um tanto raro num set, sabe? Às vezes, você atua até para uma bola de tênis.
Então, somos algo diferente. Todos aqui dão 150 porcento o tempo todo aos outros atores. Me lembro depois do primeiro dia, Jeffrey estava tipo “P*ta m*rda! Obrigado a todos por fazerem isso. Eu nunca estive num set como esse aonde todos os atores, mesmo fora das câmeras, choram de verdade e pra valer”. Ele nos dá isso e nós apenas retribuímos. Há uma boa relação de troca na série, e sempre foi assim, pra ser sincero.

Fonte: Entertainment Weekly

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The Walking Dead: Norman Reedus relembra o momento mais devastador para Daryl http://normanreedusbrasil.com/the-walking-dead-norman-reedus-relembra-o-momento-mais-devastador-para-daryl/ http://normanreedusbrasil.com/the-walking-dead-norman-reedus-relembra-o-momento-mais-devastador-para-daryl/#respond Thu, 13 Oct 2016 00:09:38 +0000 http://normanreedusbrasil.com/?p=1908 Ele tem sido chamado de “o fodão de The Walking Dead“, porém é notável que Daryl Dixon também tem um lado muito sensível. E essa vulnerabilidade foi revelada numa cena de cortar o coração aonde Daryl [interpretado por Norman Reedus] não somente descobre que seu irmão Merle [Michael Rooker] havia se tornado um zumbi, mas […]

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Ele tem sido chamado de “o fodão de The Walking Dead“, porém é notável que Daryl Dixon também tem um lado muito sensível. E essa vulnerabilidade foi revelada numa cena de cortar o coração aonde Daryl [interpretado por Norman Reedus] não somente descobre que seu irmão Merle [Michael Rooker] havia se tornado um zumbi, mas ainda teve que acabar de vez com a vida dele – entre facadas e soluços, aos prantos, Daryl matava seu irmão zumbificado, um dos momentos mais devastadores de todos dentro da série. Conversamos com Reedus sobre a preparação para aquele dia de filmagem extremamente emocional, e o que aquilo significou para ele e para seu personagem.

ENTERTAINMENT WEEKLY: Começe falando sobre o que você se lembra sobre aquele dia e sobre as gravações daquela cena tão emocional.

Norman Reedus: Eu me lembro de quando recebemos o script e ler aquilo me fez pensar no quão difícil aquele dia seria, e no quanto eu queria ser respeitoso com Michael como ator. Eu era um grande fã dele mesmo antes da série, e isso [a morte de Merle] aconteceu num momento aonde nós dois estávamos começando a ter uma relação mais próxima. Estávamos começando a criar um vínculo e nos tornarmos grandes amigos, jantávamos juntos com bastante frequência. Ele realmente era como um irmão mais velho. Aquele dia foi bem difícil. Muito intenso, muito triste e emocional para todos os envolvidos.

Realmente, foi um final trágico para aquela relação complicada entre os irmãos.

Eu tive que jogar tudo isso fora, e tudo pelo que aqueles dois personagens haviam passado até aquele momento. Isso também foi sobre as mudanças em Daryl, e como ele não é mais uma sombra de seu irmão. Merle reconheceu que seu irmão estava começando a se tornar dono de si agora, e que sua ausência anterior tinha feito com que isso acontecesse. Então, eu me lembro de gravar essa cena e [o diretor] Greg Nicotero disse “Você não está só esfaqueando-o para matá-lo. Você está com raiva e o esfaqueia, e você está esfaqueando as circunstâncias, e odiando o mundo nesse momento, o que ele é agora, e o que ele está fazendo você fazer.”

É interessante porque alguns atores ficariam ansiosos para fazer uma cena como aquela para mostrarem sua capacidade. Você estava se sentindo dessa forma ou estava temendo isso, sabendo as emoções que teria que buscar para realizar a cena, enquanto dizia adeus a Rooker?

Eu odiei aquilo. Odiei mesmo. Eu não sou o tipo de pessoa que é capaz de ligar esse sentimento, chorar rios de lágrimas e então, desligá-lo, ir tomar um café, e ficar tranquilo de novo. Eu vou dormir pensando sobre isso, fico com um nó na garganta, e acordo não querendo ir trabalhar. Eu não queria fazer aquilo, nós estávamos prestes a filmar, e quando tudo aquilo veio à tona, eu estava muito mal. Quero dizer, eu tenho que ficar mal para interpretar alguém que está mal, e aquele dia foi horrível para todo mundo, e eu acho que foi isso que fez a cena ser tão boa.

Essa cena é sobre Daryl ter que dizer adeus ao seu irmão e a toda a relação complicada dos dois, e é interessante o movo como você usou a sua relação com seu pai para ajudá-lo a ligar os pontos.

Depois de um tempo fazendo isso, você aprende coisas sobre si mesmo. E algumas vezes, para sentir coisas tristes, você precisa se lembrar de alguma coisa boa que perdeu. Eu perdi meu pai muito novo e não lidei com isso de uma maneira boa, e foi nisso que eu pensei para aquela cena aonde meu irmão foi tirado de mim. Está tudo conectado de uma estranha forma.

Foi essa a cena mais difícil que você teve que filmar para a série?

Eu filmei várias cenas difíceis – de maneiras diferentes. Carregar Beth para fora [do hospital] na Quinta Temporada foi difícil. Eu olhei pra ela, sai um pouco e chorei por um bom tempo, aí eu voltei, e fiz a cena. Mas isso foi diferente, porque eu não podia cair no choro em cena, eu queria que parecesse como se eu tivesse chorado por meia hora. Todas [as cenas] são diferentes e você precisa abordá-las de maneiras diferentes.

Fonte: Entertainment Weekly

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The Walking Dead 7ª Temporada: Por que, segundo Norman Reedus, Negan é uma ameaça tão forte? http://normanreedusbrasil.com/the-walking-dead-7a-temporada-por-que-segundo-norman-reedus-negan-e-uma-ameaca-tao-forte/ http://normanreedusbrasil.com/the-walking-dead-7a-temporada-por-que-segundo-norman-reedus-negan-e-uma-ameaca-tao-forte/#respond Wed, 05 Oct 2016 22:10:59 +0000 http://normanreedusbrasil.com/?p=1883 Negan talvez seja um dos vilões mais icônicos que já passou pela telinha. O antagonista teve sua estreia na season finale da Sexta Temporada de The Walking Dead, e trouxe medo ao coração de milhões de pessoas. Com a série programada para retornar com a Sétima Temporada no próximo mês, os membros do elenco estão […]

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Negan talvez seja um dos vilões mais icônicos que já passou pela telinha. O antagonista teve sua estreia na season finale da Sexta Temporada de The Walking Dead, e trouxe medo ao coração de milhões de pessoas. Com a série programada para retornar com a Sétima Temporada no próximo mês, os membros do elenco estão comentando sobre o terrível personagem – e Norman Reedus definitivamente vê Negan como uma ameaça.

O ator descreveu Negan como um “assassino à sangue frio” que tem pessoas o suficiente para lhe dar segurança. “Ele tem um exército de pessoas que se chamam todas de Negan. Eles estão fazendo tudo o que ele manda, não existe nada que mude isso agora”, ele disse.

Norman diz que a maior arma de Negan é o medo. “Medo é algo mais motivador do que o amor, a vingança, ou qualquer outra coisa. Ele está colocando medo nas pessoas e isso é maravilhoso, e particularmente cruel porque ele usar uma canção infantil para fazer isso. Ele não tem remorso e não tem problemas pessoais. Ele só faz isso para manter a ordem”.

Claro que os fãs já estão familiarizados com Negan e seu amor por tomar atitudes de poder. No final da Sexta Temporada, vimos Negan esmagar a cabeça de algum membro do grupo de Rick apenas para provar sua força. Recusando-se a aceitar aquela rebelião, Negan coloca Rick e seus amigos em seus lugares com uma retaliação sangrenta.

Numa entrevista recente, Norman falou que a filmagem da segunda metade do cliffhanger de Negan foi exaustiva. “Não foi nem um pouco divertido”, admitiu o ator.

“Sabe, nós voltamos para gravar a série todo ano muito felizes por isso! Todos os atores estão animados por estarem aqui e por nos vermos novamente, para continuarmos de onde paramos [na temporada anterior]. Mas esse ano, nós voltamos e estávamos tipo ‘Oh merda, lá vamos nós…’. Definitivamente, não foi uma reunião feliz. Quero dizer, foi legal nos vermos novamente, é claro, mas não foi como nos anos anteriores”.

Norman até contou aos fãs como, em sua visão, Negan afetou o grupo de Rick, depois da comovente história da Sexta Temporada. O ator descreveu as consequências do encontro sangrento, e disse que cada personagem em The Walking Dead reagiu de forma diferente à aparição de Negan.

“Isso afetou o grupo de maneiras completamente diferentes”, conta Norman. “Sabe, isso afetou cada um de uma forma. Alguns irão abandonar o poder, outros irão aceitar a situação, e outros, lutar contra. Há pessoas que questionando, apontando seus dedos e se culpando. Outras coisas acontecerão e destruirão completamente as pessoas. O grupo está totalmente quebrado nesse ponto. Negan chegou e destruiu tudo. Laços estão quebrados, a confiança que tinham uns nos outros, autoconfiança dos membros do grupo. Cada pessoa está totalmente quebrada, e não são todos que lidam com aquilo da mesma maneira.”

The Walking Dead retorna com a Sétima Temporada no dia 23 de Outubro pelo AMC e Fox Internacional.

Fonte: ComicBook

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O Projeto do Sucesso: O Que Move um Homem? – Norman Reedus, o Fora da Lei http://normanreedusbrasil.com/norman-reedus-o-fora-da-lei/ http://normanreedusbrasil.com/norman-reedus-o-fora-da-lei/#respond Mon, 19 Sep 2016 00:27:46 +0000 http://normanreedusbrasil.com/?p=1834 Antes de encontrar a fama e a fortuna no início de sua quinta década de vida, em The Walking Dead, você talvez fique surpreso ao saber que Norman Reedus trabalhou como escultor e até teve algumas horas de trabalho marcadas trabalhando em uma loja de motocicletas. Seus papéis em filmes obscuros (Six Ways to Sunday, […]

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Antes de encontrar a fama e a fortuna no início de sua quinta década de vida, em The Walking Dead, você talvez fique surpreso ao saber que Norman Reedus trabalhou como escultor e até teve algumas horas de trabalho marcadas trabalhando em uma loja de motocicletas. Seus papéis em filmes obscuros (Six Ways to Sunday, A Morte se Veste de Negro, e Santos Justiceiros) o levaram a estrelar o papel de Daryl Dixon – o tão amado badass e dono da crossbow -, e a ser o coração da série. Nós conseguimos conversar com Reedus, num pequeno intervalo entre suas gravações, sobre a sua trajetória não tão comum de carreira, e sobre mais algumas coisas que podemos saber sobre sua sinuosa estrada até o topo.

GQ: O que te move?

Norman Reedus: Bem, eu não persigo demais ou de menos as coisas. Nada que eu faço nunca foi por dinheiro, especialmente quando eu estava começando como artista, com meus 20 anos. Eu era movido pelo desejo de simplesmente viver da minha arte, de sobreviver, pagar o aluguel, aprender coisas novas, e curtir isso tudo. Além do mais, minha família nunca teve dinheiro, e nós demos um jeito. Meu pai costumava dizer quando eu era mais novo, “Se o dinheiro pode resolver os seus problemas, então você não tem problemas de fato”. Então, agora, eu estou num bom lugar onde eu trabalho bastante, e levo isso muito mais a sério do que quando comecei.

Se tornar um grande sucesso como ator com certeza não te impediu de continuar com seus outros trabalhos artísticos. Pelo contrário, isso só te incentivou mais.

NR: Sim, eu sempre estou fazendo alguma coisa, e eu descobri que algumas vezes, o sucesso tem uma maneira de mostrar aqueles que não estão de fato procurando-o. Eu dirigi alguns curtas – e gostei bastante de fazer isso -, lancei dois livros, tenho uma exposição de fotos que acabou de chegar em Los Angeles na Galeria Voila! com grandes fotografias, imagens enormes esculpidas em metal. Essa exposição vai para Paris e depois, Tókio. Eu também estou com outra exposição na Times Square, uma bem dramática e divertida. Todo o dinheiro arrecadado com as vendas foi doado para caridade.

gq-2

“Algumas vezes, o sucesso tem uma maneira de mostrar aqueles que não estão de fato procurando-o.”

O que te inspira a fazer trabalho de caridade?

NR: Eu gosto de retribuir os fãs que fazem tanto por nós, especialmente os militares, policiais e bombeiros. Eu encontro com vários policiais em suas rondas, buzinando e acenando, fazendo o sinal do “joinha”. Dirigi uma moto no começo desse ano com o Departamento de Polícia de Nova York, por Nova York e Interpid, onde nós leiloamos uma moto por semana pela Fleet Week em homenagem à Marinha dos EUA. Eu realmente amo os fãs e o entusiasmo deles com a série, por isso eu me sinto muito bem retribuindo isso.

“Nós nunca pensamos em avaliações. Não pensamos em popularidade. Nós apenas queremos contar a melhor história que conseguirmos.”

Quando você era criança, você era tenista júnior. O que o levou àquela vida naquela idade? O rigor, a disciplina…

NR: Bem, eu abandonei a escola algumas vezes [dá risada]. Joguei alguns torneios nacionais e fiz até alguns planos pessoais de ir para grandes torneios. Aquilo foi bem legal. Eu ganhava raquetes e roupas de graça, mas eu precisava acordar às 5 da manhã para correr ou treinar antes da escola. Isso era meio ruim mesmo, mas como eu era um pouco solitário na infância, isso me direcionou a um caminho mais focado.

Você está filmando a sétima temporada de The Walking Dead. O que você acha que faz da série o sucesso que ela é?

NR: Nós nunca pensamos em avaliações. Não pensamos em popularidade. Não pensamos em números. Quero dizer, nós somos o número um há tanto tempo, batemos o NFL agora. Nós apenas queremos contar a melhor história que conseguirmos. Quando vamos trabalhar, somos apenas nós fazendo a sériezinha de zumbis, assim como começamos na primeira temporada. O entusiasmo no set ainda é cem porcento. E a razão para isso – e também o porquê de haver tanta química entre os atores, roteiristas e diretores – é que nós filmamos na floresta, cada um por si. Nós estamos lá fazendo a nossa série, dentro da nossa bolha, tentando ao máximo fazer isso parecer real. E eu acho que é por isso que funciona tão bem.

Fonte: GQ Magazine

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